André Dias

Percussão

[PT Original] Licenciado em percussão e mestre em Ensino de Música pela ESMAE (Porto), foi distinguido com bolsas de mérito em todas as instituições que frequentou. O trabalho junto de compositores portugueses tem sido uma das premissas da sua atividade artística a solo, participando em projetos inovadores como Cara Ano Zero (Matosinhos) e A.bel – música interativa (INESC-TEC), e estreando dezenas de obras, das quais se destacam Drive_! para multi-percussão e eletrónica de Igor Silva e The Colour of a time para percussão solo, eletrónica e orquestra de Daniel Martinho.

Trabalhou diretamente com compositores internacionalmente aclamados como Peter Eotvos, Rebecca Saunders, Enno Pope, Helmut Lachenman, Heinz Holliger, François Sarhan, Toshio Hosokawa, Unsuk Chin, Jesus Torres, Emmanuel Nunes, Luís Tinoco, António Pinho Vargas, Vasco Mendonça, entre outros. Enquanto solista tocou com a Munchner Symphoniker, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Gulbenkian, Banda Sinfónica Portuguesa, Orquestra Clássica de Espinho, Orquestra Sinfonieta da ESMAE, Orquestra Sinfónica da AMCC. Também tem desenvolvido um trabalho multidisciplinar, tendo colaborado com várias companhias de dança, como: Companhia Paulo Ribeiro, Companhia Instável e Arte Total, e com o músico de eletrónica e produtor Burnt Friedman. Foi distinguido nos mais variados concursos, dos quais se destacam: 2º prémio no VI International Percussion Competition – Fermo (2008), vencedor do Concurso Helena Sá e Costa (2011), 1º prémio no Prémio Jovens Músicos – 27ª edição, percussão solo – nível superior (2013), ao qual se seguiu o prémio especial European Union of Music Youth Competitions.

Em 2014 foi um dos semi-finalistas do prestigiado Tromp Percussion Competition – Eindhoven e foi selecionado para Lucerne Festival Academy onde interpretou a obra “Portugal” de Johannes Maria Staud, para percussão solo. Em 2015 foi selecionado para o New Talent (Bratislava), organizado pela European Broadcasting Union, em representação da Antena 2. Já em 2016 alcançou o 1º prémio no I Concurso Internacional da Beira Interior. Em 2019, com o Drumming GP, participa no disco “Archipelago” de Luís Tinoco que foi distinguido como o melhor disco de música erudita/clássica nos Prémios PLAY 2020, onde entre várias obras de música de câmara gravou o icónico solo para marimba “Mind the Gap”. Em 2021 foi-lhe atribuído o título de especialista na área da percussão e música de câmara pelo Instituto Politécnico de Castelo Branco. Atualmente é professor adjunto convidado na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco (ESART) e leciona na Academia de Música de Costa Cabral e Escola Profissional de Música de Espinho. É membro do Drumming GP e Pulsat Percussion Group, colabora regularmente com a Orquestra Sinfónica do Porto – CdM e é diretor artístico do Concurso Internacional de Percussão – Gondomar e do Festival PercuArt.

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